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Resumo em 10 segundos

🦷 Profissionais da saúde bucal vão à Secretaria Municipal de Saúde cobrar condições básicas. Se falta proteção para quem atende, como fica a população?

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Dentistas da rede pública de Natal vão realizar um ato nesta sexta (4), às 9h, em frente à Secretaria Municipal de Saúde. A cobrança? EPIs, insumos e condições dignas para atender a população. 🦷🧵

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A pergunta é simples — e incômoda: como oferecer atendimento odontológico seguro se faltam equipamentos de proteção e materiais básicos? Saúde bucal não é detalhe; é parte da saúde integral.

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Consultas odontológicas envolvem proximidade, aerossóis e risco de exposição. EPIs adequados não são privilégio corporativo: protegem dentistas, auxiliares e cada paciente que senta na cadeira.

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E quando o insumo não chega? Procedimentos podem ser adiados, tratamentos interrompidos e dores evitáveis continuam. Quem depende exclusivamente do SUS costuma pagar primeiro — e com mais sofrimento.

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Não se trata apenas de uma reivindicação trabalhista. Condições de trabalho são condições de cuidado. Por que itens essenciais ainda precisam virar motivo de mobilização em uma capital?

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A saúde bucal pública reduz dor, infecções e até impactos na alimentação e autoestima. Garantir estrutura às equipes é também ampliar acesso para quem não consegue arcar com consultórios particulares.

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O ato coloca uma questão que a gestão precisa responder com transparência: quais EPIs e insumos faltam, por quanto tempo e qual é o plano, com prazo, para normalizar o atendimento? Cuidar de quem cuida não deveria ser uma disputa.

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