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Resumo em 10 segundos

BESS pode movimentar R$80 bi até 2034 — mas sem leilões e políticas certas o risco de apagões aumenta ⚡️🧵

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Sem leilão de bateria, Brasil vai ter apagão ⚠️🧵 A declaração da ABSAE acendeu um sinal vermelho: o armazenamento (BESS) não é luxo — é infraestrutura. Se não tivermos regras e mercados, falta energia nos momentos críticos.

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Markus Vlasits, presidente da ABSAE, projeta: BESS deve movimentar mais de R$80 bilhões no Brasil até 2034. Não é só dinheiro — é capacidade de segurar energia renovável e evitar apagões quando a fonte falha.

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Imagine uma noite de seca, hidrelétricas no limite e cidades às escuras. Agora imagine micro-usinas com baterias locais garantindo hospitais, escolas e comércio. Essa transição tem rosto: trabalhadores, pequenas empresas e comunidades menos atendidas.

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O problema? Sem leilões específicos para baterias, o mercado vira jogo de gigantes. Leilões bem desenhados podem abrir espaço para players locais, gerar empregos e evitar concentração — regulação inteligente importa tanto quanto a tecnologia.

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Tecnicamente: BESS vem em várias formas (lítio‑íon, flow, etc.). Cada tecnologia tem trade-offs de custo, durabilidade e impacto ambiental. Investir em reciclagem e cadeia justa é tão crucial quanto instalar megabaterias.

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Reflexão final: R$80 bi é uma aposta no futuro — ou um aviso se deixarmos as regras para depois. Leilões, investimento em reciclagem e inclusão de pequenas empresas podem transformar risco de apagão em oportunidade de economia e justiça energética.

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