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São 314 candidaturas para renovar dois terços do Senado. Os números mostram mais mulheres e diversidade, mas a disputa ainda tem um perfil bem concentrado 👀

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A corrida pelo Senado em 2026 tem 314 candidatos disputando 54 vagas — duas por estado e pelo DF. Dá uma média de 5,8 pessoas por cadeira. E o perfil de quem tenta chegar lá diz bastante sobre a política brasileira 👀🧵

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Dessas 54 vagas, está em jogo dois terços do Senado, que tem 81 cadeiras. É muita coisa: quem vencer vai ajudar a decidir leis, aprovar autoridades, fiscalizar o governo e influenciar os rumos do país por 8 anos.

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A concorrência caiu em relação a 2018: eram 352 candidatos para o mesmo número de vagas, ou 6,5 por cadeira. Agora são 314 — queda de 10,8%. Menos gente na disputa não significa, por si só, eleição mais simples.

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O recorte de gênero ainda chama atenção: 245 candidatos são homens (78%) e 69 são mulheres (22%). Houve avanço frente a 2018, quando elas eram 17,3%, mas a distância segue grande num país em que mulheres são maioria da população.

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Na raça/cor, 191 candidatos se declaram brancos: 60,8% do total. Pessoas pretas ou pardas somam 117 candidaturas, 37,3%. É uma melhora sobre 2018, mas a representação eleitoral ainda não espelha totalmente a diversidade do Brasil.

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Também é uma disputa bem experiente — e pouco jovem. A idade média é 55,5 anos, a mediana é 56, e 65,3% têm 50 anos ou mais. Quase 4 em cada 5 concorrentes têm ensino superior completo.

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No fim, os dados vão além de uma curiosidade de campanha: eles mostram quem consegue acessar espaços de poder. Ampliar condições reais para mulheres, pessoas negras, indígenas e novas lideranças disputarem eleições fortalece um Senado mais parecido com o Brasil.

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