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🏗️ Senado libera incentivos fiscais para data centers focados em nuvem e IA. Projeto prevê contrapartidas energéticas e segue para sanção presidencial.

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Senado aprovou o Redata, regime de incentivos fiscais para atrair data centers ao Brasil. A expectativa do governo e do setor privado é de até R$ 1 trilhão em investimentos. O texto agora vai à sanção presidencial. 🏗️🧵

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O foco são data centers voltados à computação em nuvem e à inteligência artificial — infraestrutura que sustenta serviços digitais, processamento de dados e aplicações de IA usadas por empresas e consumidores.

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O regime prevê 5 anos de suspensão de Imposto de Importação, IPI e PIS/Cofins na compra de equipamentos. O benefício pode valer para itens adquiridos no Brasil ou no exterior, sob regras específicas.

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Segundo o Ministério da Fazenda, a renúncia tributária estimada é de R$ 5,2 bilhões em 2026. Nos dois anos seguintes, o custo previsto cai para R$ 1 bilhão por ano.

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Para aderir, as empresas precisarão de autorização do Ministério da Fazenda e regularidade com tributos federais. Também terão de usar energia renovável ou de baixa emissão, como solar, eólica, hidrelétrica, biomassa, biogás ou gás natural.

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Na importação, o incentivo só alcança produtos sem equivalente nacional. A regra busca reduzir o risco de que a desoneração substitua equipamentos já fabricados no país.

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O texto também preserva parte das vantagens da Zona Franca de Manaus: a suspensão de IPI não valerá para componentes de tecnologia produzidos na região e listados pelo Executivo.

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O Redata coloca o Brasil na disputa global por infraestrutura digital. O resultado dependerá de execução: energia disponível, redes, qualificação profissional e regras capazes de converter renúncia fiscal em investimento, empregos e inovação local.

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