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Nesta quinta, três acordos internacionais chegam ao Plenário. O que está em jogo vai de intercâmbio universitário a transparência em cooperação militar. 🌎

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Senado analisa nesta quinta (15) três acordos internacionais que mexem com educação, defesa e a presença do Brasil nas grandes Expos mundiais. 🌎🧵 Não é só burocracia: são decisões sobre como o país coopera — e com qual transparência.

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O PDL 344/2024 trata de cooperação educacional com a Croácia. Prevê intercâmbio de estudantes, docentes, pesquisadores e técnicos, além de missões de ensino e capacitação. A questão central: como garantir que essas oportunidades não fiquem restritas a poucos?

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Intercâmbio público pode ampliar formação, pesquisa e circulação de conhecimento. Mas acordos internacionais só ganham impacto social quando vêm acompanhados de bolsas, critérios inclusivos e apoio para estudantes de baixa renda acessarem essas vagas.

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Já o PDS 240/2011 retoma um acordo de defesa Brasil-Guiana assinado em 2009. Ele ficou parado por mais de uma década porque a CRE cobrou adequação à Lei de Acesso à Informação diante do uso do sigilo “confidencial”.

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Cooperação em fronteira e defesa é estratégica, especialmente na Amazônia e no entorno da Guiana. Mas interesse nacional não pode virar senha para opacidade: proteger dados sensíveis é diferente de blindar decisões públicas do controle democrático.

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O terceiro texto, PDL 359/2024, atualiza a adesão brasileira às regras das Expos internacionais. A aprovação pode ajudar o Brasil a recuperar seu direito de voto no Bureau Internacional de Exposições, espaço onde países disputam visibilidade e influência.

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Os três projetos já passaram pela Comissão de Relações Exteriores. Se aprovados no Plenário, serão promulgados pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre. O rito é rápido; os efeitos podem durar anos — em universidades, fronteiras e na projeção internacional do país.

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A pauta revela uma lição simples: política externa não é assunto distante. Ela define quem circula pelo conhecimento, como o Estado presta contas em áreas sensíveis e qual voz o Brasil terá no mundo. A pergunta é se essa presença será também mais aberta e acessível.

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