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Resumo em 10 segundos

📊 Deltan lidera numericamente, mas cinco nomes estão embolados dentro da margem. O que essa disputa aberta revela sobre o Paraná?

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O Senado pelo Paraná em 2026 começou sem favorito isolado: Deltan Dallagnol tem 19%, mas aparece tecnicamente empatado com Alexandre Curi (17%), Filipe Barros (17%), Gleisi Hoffmann (15%) e Cristina Graeml (13%). 📊🧵

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Com margem de erro de 2 pontos, a pergunta não é só “quem lidera?”. É: alguém realmente lidera? A distância entre o primeiro e o quinto é de 6 pontos — insuficiente para tratar o cenário como corrida decidida.

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O levantamento somou primeiro e segundo votos e reduziu o resultado a 100%. Isso importa porque o Paraná elegerá duas cadeiras ao Senado: alianças, rejeição e transferência de votos podem pesar tanto quanto a preferência inicial.

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Deltan (Novo), Curi (Republicanos), Barros (PL), Gleisi (PT) e Graeml (PSD) representam campos políticos bem distintos. Mas o eleitor está escolhendo projetos para o estado ou apenas nomes já conhecidos e polarização nacional?

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Senadores decidem sobre leis nacionais, orçamento, indicações ao STF e órgãos de controle. Então por que debates sobre saúde pública, educação, empregos, infraestrutura e transição climática ainda ficam tão ausentes das primeiras disputas?

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A pesquisa ouviu 1.600 pessoas entre 13 e 17 de agosto, tem 95% de confiança, margem de 2 pontos e registro PR-09262/2026 no TSE. Metodologia é essencial: pesquisa mede um retrato do momento, não antecipa a urna.

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A corrida está aberta — e isso deveria elevar o nível da cobrança. Se cinco candidaturas cabem no mesmo intervalo estatístico, qual delas apresentará respostas concretas para desigualdade, serviços públicos e oportunidades no Paraná?

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