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🚗🇺🇸 Projeto amplia restrições a veículos, softwares e sistemas conectados ligados à China — com segurança de dados e indústria no centro do debate.

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🚗🇺🇸 O Senado dos EUA tenta transformar em lei permanente o bloqueio a carros fabricados na China. A proposta também alcança softwares, plataformas de dados e componentes de conectividade chineses em veículos. 🧵

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O texto, chamado Connected Vehicle Security Act of 2026, foi liderado pela democrata Elissa Slotkin e pelo republicano Bernie Moreno. Segundo a notícia, tem apoio de 51 senadores e já passou por unanimidade na Comissão de Comércio.

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Na prática, o projeto proibiria importar, vender e circular nos EUA com veículos produzidos na China. A restrição se estenderia a tecnologias automotivas desenvolvidas por empresas chinesas, mesmo quando integradas a outros carros.

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O argumento central é a segurança nacional. Carros conectados registram localização por GPS e trocam dados por celular, Wi‑Fi e Bluetooth. Slotkin afirma que essas informações poderiam ficar expostas a acesso ou transferência para Pequim.

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A proposta substituiria regras federais já existentes e reduziria a possibilidade de a Casa Branca conceder exceções. O debate ganhou força após Trump sinalizar abertura para fábricas chinesas nos EUA durante negociações com Xi Jinping.

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Seis entidades da indústria automotiva reagiram e defendem a manutenção do bloqueio. Entre as empresas citadas estão GM, Ford, Tesla, Toyota, Volkswagen, Hyundai e Stellantis, que apontam riscos a empregos e investimentos locais.

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A China rejeita as acusações e classifica as medidas como protecionismo. O caso mostra como o carro conectado virou mais que um produto industrial: é também uma plataforma de dados, cadeia tecnológica e disputa geopolítica.

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