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📊 Domingos Sávio tem 14%, seguido por Marília Campos (13%), Carlos Viana e Aécio Neves (12%). A eleição terá duas vagas e um eleitorado ainda muito indefinido.

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📊 A corrida pelo Senado em Minas Gerais começa embolada: Domingos Sávio (PL) aparece com 14%, Marília Campos (PT) tem 13%, e Carlos Viana (PSD) e Aécio Neves (PSDB), 12% cada, aponta Quaest. 🧵

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Em 2026, Minas elegerá dois senadores. Por isso, cada eleitor poderá votar em dois nomes diferentes — e não pode repetir o mesmo candidato. As 54 vagas em disputa renovarão dois terços do Senado Federal.

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No recorte que soma as menções às duas vagas, Domingos Sávio avançou de 10% para 14%. Marília ficou estável em 13%; Carlos Viana e Aécio Neves subiram de 10% para 12%. A margem de erro é de 3 pontos.

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Considerando só a 1ª vaga, a ordem muda: Marília Campos lidera com 19%, seguida por Aécio Neves (15%), Carlos Viana (14%) e Domingos Sávio (11%). O formato de duas escolhas pode alterar bastante as estratégias.

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Ainda há espaço para mudanças: 18% se dizem indecisos, enquanto 17% indicaram branco, nulo ou que não pretendem votar. Na pesquisa espontânea, sem lista de nomes, 76% não souberam citar um candidato.

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Outros nomes testados: Marcelo Aro (PP) tem 6%; Marco Antônio Superman (Novo) e Áurea Carolina (PSOL), 4% cada. A presença de candidaturas diversas amplia opções, mas a visibilidade e os recursos de campanha seguem decisivos.

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A Quaest ouviu 1.506 eleitores com 16 anos ou mais, entre 25 e 28 de setembro. O nível de confiança é de 95%, e o registro na Justiça Eleitoral é MG-02019/2026. Pesquisa retrata o momento, não prevê resultado.

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Com quatro candidatos separados por apenas 2 pontos no cenário agregado e uma parcela relevante do eleitorado sem escolha consolidada, a disputa mineira tende a ser definida pela capacidade de dialogar com diferentes regiões e demandas sociais do estado.

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