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🗳️ A duas vagas pelo Senado em MG seguem abertas: Quaest e Datafolha apontam um cenário de empate técnico entre os principais candidatos.

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🗳️ A corrida pelas 2 vagas ao Senado por Minas Gerais chega à reta final sem favorito consolidado. Quaest e Datafolha registram empate técnico entre quatro nomes — e os eleitos terão mandato de 8 anos a partir de 2027. 🧵

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Na Quaest, divulgada em 29 de setembro, Domingos Sávio (PL) aparece com 14%, seguido por Marília Campos (PT), com 13%. Carlos Viana (PSD) e Aécio Neves (PSDB) têm 12% cada. A margem de erro é de 3 pontos percentuais.

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A Datafolha, divulgada em 24 de setembro, desenhou outro retrato: Marília tinha 13%, Aécio e Carlos Viana marcavam 11%, e Domingos Sávio, 9%. Também com margem de erro de 3 pontos, todos estavam tecnicamente empatados.

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A campanha passou por mudanças relevantes: desistências de Galassi e Heringer, entrada de Aécio Neves na disputa e o indeferimento da candidatura de Tião Pessoa pela Justiça Eleitoral. O cenário foi se redesenhando ao longo dos meses.

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Marília Campos, ex-prefeita de Contagem, chegou a ser cogitada pelo PT para o governo mineiro, mas manteve o foco no Senado. Ela argumentou que sua candidatura ampliaria a presença feminina nos cargos majoritários e a representação da base de Lula em MG.

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Marcelo Aro (PP) também foi citado inicialmente para a disputa ao governo após Cleitinho Azevedo desistir de concorrer, mas as articulações não avançaram. O PL lançou Flávio Roscoe ao governo, enquanto Aro permaneceu na corrida ao Senado.

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Com quatro candidaturas dentro da margem de erro, cada ponto pode decidir quem ocupará as duas cadeiras mineiras. Em jogo está a representação de um dos maiores eleitorados do país no Senado até 2035 — com impacto direto em leis, orçamento e indicações nacionais.

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