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Resumo em 10 segundos

Marília Arraes larga na frente, mas a segunda vaga no Senado por Pernambuco está totalmente em aberto. 👀🗳️

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A disputa pelas 2 vagas de Pernambuco no Senado já começou a esquentar: Marília Arraes aparece na frente, e Humberto Costa e Mendonça Filho brigam ponto a ponto pela outra cadeira. 👀🗳️🧵

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Na pesquisa Real Time Big Data citada pelo Congresso em Foco, Marília tem 29%. Humberto marca 20% e Mendonça, 18% — um empate técnico, dentro da margem. Depois vêm Eduardo da Fonte (12%) e Túlio Gadêlha (11%).

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O retrato é de uma eleição bem aberta: são 12 nomes na corrida e cerca de 7,2 milhões de eleitores no estado. Em disputa não está só uma cadeira em Brasília, mas qual projeto político vai falar por Pernambuco no Senado.

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Tem também um símbolo forte aí: Marília e João Campos, netos de Miguel Arraes, estão agora no mesmo campo majoritário. Em 2022, eles ficaram em lados opostos antes do 2º turno. Política pernambucana adora uma reviravolta.

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Do outro lado, Mendonça Filho reúne o histórico de ex-ministro da Educação no governo Temer e a aliança com Flávio Bolsonaro. Já Túlio Gadêlha e Eduardo da Fonte orbitam a base da governadora Raquel Lyra.

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E por que essa eleição pesa tanto? Pernambuco tem o 2º maior PIB do Nordeste, estimado em R$ 270,5 bilhões pelo IBGE. Saúde, educação, emprego, infraestrutura e adaptação climática pedem representantes que cobrem recursos e políticas públicas de verdade.

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Detalhe importante: para o Senado, não existe 2º turno. As duas vagas ficam com os dois mais votados em 4 de outubro. Então, mesmo com Marília na liderança hoje, a batalha pela segunda cadeira pode ser decidida voto a voto.

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Pesquisa é fotografia, não sentença. Mas ela já mostra uma coisa: Pernambuco entra em 2026 com uma disputa de Senado competitiva, nomes conhecidos e espaço para o eleitor cobrar propostas concretas — não só sobrenomes e alianças.

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