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Resumo em 10 segundos

📊 Quaest mostra disputa aberta pelo Senado em Pernambuco: Marília Arraes aparece à frente, mas 73% não citam nenhum nome espontaneamente.

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Marília Arraes lidera a corrida ao Senado em Pernambuco com 18%, seguida por Humberto Costa (14%), Mendonça Filho (10%) e Eduardo da Fonte (8%). Mas o dado que realmente define o cenário é outro: a disputa segue muito aberta. 📊🧵

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Na pesquisa espontânea — quando nenhum nome é apresentado — 73% dos entrevistados não souberam indicar candidato. O índice caiu de 78%, mas continua enorme. Isso sugere que a eleição ainda não entrou, de fato, na rotina de boa parte do eleitorado.

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Na estimulada, Marília oscilou de 17% para 18%; Humberto ficou em 14%; Mendonça foi de 11% para 10%; e Eduardo subiu de 7% para 8%. Com margem de erro de 3 pontos, as mudanças exigem cautela: há mais empate técnico do que corrida definida.

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O sistema também importa: em 2026, Pernambuco elegerá dois senadores. Cada pessoa vota em dois nomes diferentes. Por isso, a pesquisa soma menções para a 1ª e a 2ª vagas, um formato que torna alianças, rejeições e voto útil ainda mais decisivos.

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Há 21% de indecisos e outros 21% entre branco, nulo ou quem diz não votar na estimulada. Ou seja: 42% ainda estão fora das candidaturas. Esse contingente pode reorganizar a disputa — e cobra campanha com propostas concretas, não só recall político.

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A Quaest ouviu 1.302 pessoas entre 19 e 22 de setembro; a pesquisa tem 95% de confiança e foi registrada no TSE sob o número PE-05671/2026. Até a campanha ganhar corpo, a pergunta central é: quem conseguirá transformar visibilidade em confiança e participação?

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