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Resumo em 10 segundos

Pesquisa Veritá põe Bruno Bolsonaro e Fernando Máximo na frente em Rondônia — mas 16,1% ainda não escolheu. 🤔🧵

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Bruno Bolsonaro Scheid e Dr. Fernando Máximo, ambos do PL, lideram a corrida ao Senado em Rondônia, segundo a Veritá. Mas essa vantagem já define as duas vagas — ou os 16,1% de indecisos podem virar o jogo? 🤔🧵

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No levantamento, Bruno Bolsonaro aparece com 23,7% e Fernando Máximo com 21,9%. Como a disputa é por duas cadeiras, a fotografia de hoje favorece o PL. A pergunta é: até onde uma pesquisa captura o voto que ainda está em formação?

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Na sequência vêm Sílvia Cristina (PP), 11,6%; Mariana Carvalho (Republicanos), 7,4%; Acir Gugacz (PDT), 7%; e Luciana Oliveira (PT), 6,7%. Há distância, sim — mas também há um eleitorado amplo fora dos dois primeiros nomes.

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A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou menos. Isso não apaga a liderança, mas exige cautela: diferenças apertadas entre candidatos podem estar dentro da oscilação estatística. Manchete forte não substitui leitura técnica.

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E o que explica a força do PL no estado: identificação ideológica, estrutura partidária, presença local ou associação ao sobrenome Bolsonaro? Entender isso importa mais do que tratar intenção de voto como resultado definitivo.

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Também chama atenção o tamanho da indecisão: 16,1% não soube ou não respondeu; brancos e nulos somam 2,4%. Quem falar de emprego, saúde, educação, infraestrutura e proteção ambiental de forma concreta pode disputar esse espaço.

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A Veritá ouviu 1.220 eleitores com 16 anos ou mais, por telefone, entre 7 e 12 de setembro. O estudo tem 95% de confiança, recursos próprios e registro no TSE sob protocolo RO-01935/2026.

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Pesquisa é retrato, não sentença. Em uma eleição para o Senado, duas vagas concentram poder por oito anos. A questão que fica para Rondônia: quais propostas vão alcançar quem ainda não decidiu — e quem costuma ficar menos ouvido no debate?

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