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Resumo em 10 segundos

Marina Silva e Simone Tebet aparecem com 13%, mas a corrida pelas duas vagas ao Senado em 2026 está longe de definida. 🗳️

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A corrida ao Senado por São Paulo começou com um retrato curioso: Marina Silva e Simone Tebet dividem a liderança, com 13% cada. Mas, a dois anos da eleição, o dado que mais chama atenção está fora do topo. 🗳️🧵

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Na sequência, André do Prado aparece com 11% e Guilherme Derrite, com 10%. Como a margem de erro é de 2 pontos, os quatro estão tecnicamente empatados — uma disputa aberta por duas cadeiras.

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E há uma regra que pode confundir muita gente: em 2026, São Paulo elegerá dois senadores. Cada eleitor terá de escolher dois nomes diferentes; não será permitido repetir o mesmo candidato no voto.

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Quando o Datafolha não apresenta uma lista de opções, 68% dos entrevistados não conseguem citar um nome para o Senado. É o sinal de uma eleição ainda distante do cotidiano — e de uma campanha que precisará disputar informação, não só votos.

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Na pesquisa estimulada, além dos 14% indecisos, 18% dizem votar em branco ou em nenhum nome. Somados, esses grupos superam individualmente todos os candidatos testados no levantamento.

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A presença de Marina e Tebet no topo também recoloca pautas nacionais no debate paulista: clima, políticas sociais, articulação institucional e a representação feminina em espaços onde o poder ainda é concentrado.

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Foram ouvidas 1.610 pessoas entre 8 e 10 de setembro, com 95% de confiança e margem de erro de 2 pontos. O cenário é uma fotografia, não uma sentença: com tantos indecisos, a corrida pelo Senado em SP mal começou.

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