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Renan Calheiros descarta devolver o projeto à Câmara; audiências públicas no Senado prometem debate e transparência 🧵✨

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Senado avança: Renan Calheiros afirma que "não existe a menor possibilidade" de devolver ao plenário da Câmara o projeto que amplia a isenção do IR para quem ganha até R$5.000 mensais — promessa de Lula que busca corrigir uma grande injustiça 🧵✨

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O projeto, aprovado por unanimidade na Câmara, eleva a faixa de isenção de R$3.036 para R$5.000 e cria alíquota mínima para renda anual acima de R$600 mil, subindo até 10% para quem ganha mais de R$1,2 milhão/ano. Estimativa: beneficia ~11 milhões e tem custo ~R$30 bilhões/ano.

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Calheiros criticou o uso do texto como instrumento de 'chantagem' na Câmara e decidiu manter o trâmite no Senado. A boa notícia: a Comissão fará audiências públicas esta semana — oportunidade para mais transparência e participação da sociedade civil 🗣️🌱

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Política e economia se encontram: o governo aposta no projeto como vitrine social e eleitoral; Haddad espera apoio tão amplo quanto o da Câmara. Importante: o Senado pode aperfeiçoar o texto, equilibrando justiça social e responsabilidade fiscal.

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Por que isso importa? Além de aumentar renda disponível para milhões, a proposta é um passo para políticas fiscais mais progressivas — com alíquotas maiores para rendas muito altas, há espaço para reduzir desigualdades sem sacrificar serviços públicos essenciais.

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Reflexão final: se aprovado com debates abertos e ajustes responsáveis, o projeto pode ser um avanço real na redistribuição e na inclusão social — lembrando o impacto prático: ~11 milhões de contribuintes beneficiados e ~R$30 bi/ano em jogo. Acompanhe as audiências.

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