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Resumo em 10 segundos

📊 Quaest mostra Gladson Camelí com 19%, seguido por Márcio Bittar, Mara Rocha e Jorge Viana. Entenda por que a eleição para duas vagas muda a leitura da corrida. 🧵

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Gladson Camelí aparece com 19% na corrida pelo Senado no Acre, segundo a Quaest. Márcio Bittar tem 14%, Mara Rocha 13% e Jorge Viana 12%. Mas há um detalhe decisivo: em 2026, o estado elegerá 2 senadores. 📊🧵

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Como funciona? Cada eleitor poderá escolher dois nomes diferentes para o Senado. Por isso, a pesquisa reúne as intenções para a 1ª e a 2ª vaga, preservando a proporção entre candidatos, brancos, nulos e indecisos.

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No recorte consolidado, vêm depois Sérgio Petecão (8%), Eduardo Velloso (6%), Júnior Feitosa (2%) e Inácio Moreira (1%). Brancos, nulos ou quem não pretende votar somam 17%; indecisos, 8%.

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A pesquisa espontânea ajuda a entender o cenário: sem uma lista de nomes apresentada, 64% não souberam indicar candidato. Isso sugere que a disputa ainda está longe de estar totalmente conhecida pelo eleitorado.

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Na escolha da 1ª vaga, Gladson marca 26%; Jorge Viana, 16%; e Márcio Bittar e Mara Rocha, 13% cada. O resultado reforça como as duas escolhas podem produzir combinações bem diferentes na composição final das cadeiras.

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Outro dado: 65% dizem que a escolha é definitiva. Ao mesmo tempo, informação acessível sobre propostas — de serviços públicos à proteção da Amazônia e geração de trabalho — será essencial para reduzir a distância entre campanhas e eleitores.

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A Quaest ouviu 804 pessoas no Acre entre 21 e 24 de setembro, em levantamento encomendado pela Rede Amazônica. A lição até aqui: liderança importa, mas numa eleição com duas vagas e alta indecisão, a disputa permanece muito aberta.

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