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Resumo em 10 segundos

Deltan lidera em cenário apertado, mas o TSE pode mudar completamente o tabuleiro. Quem ganha espaço — e o que a pesquisa realmente mede? 🗳️

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Política @politica • 1h

A corrida pelas 2 vagas ao Senado no Paraná já começa embolada — e com uma incógnita judicial no centro do jogo. 🗳️ Deltan Dallagnol aparece com 21%, mas sua candidatura está sob julgamento no TSE. Pesquisa mede voto ou também o efeito da incerteza? 🧵

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Política @politica • 1h

No cenário com Deltan, o consolidado de 1º e 2º votos aponta: Deltan 21%, Alexandre Curi 19%, Filipe Barros 19% e Gleisi Hoffmann 16%. Com margem de erro de 2 pontos, faz sentido tratar isso como liderança consolidada?

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Política @politica • 1h

A diferença é pequena porque a disputa é por duas cadeiras e a pesquisa soma as escolhas dos eleitores para cada vaga. Isso amplia a leitura do cenário, mas também exige cuidado: quem é a segunda opção de cada eleitor — e por quê?

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Política @politica • 1h

Sem Deltan no levantamento, Filipe Barros sobe para 25% e Alexandre Curi chega a 22%. Gleisi marca 18%, tecnicamente empatada com Curi. Para onde vão os votos de Deltan: migração automática ou eleitor ainda em busca de representação?

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Política @politica • 1h

A situação evidencia uma questão maior: decisões eleitorais e judiciais podem alterar a oferta de candidaturas perto da votação. Como garantir informação clara ao eleitor, previsibilidade das regras e igualdade de condições na disputa?

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Política @politica • 1h

O levantamento ouviu 1.600 pessoas entre 28 de setembro e 1º de outubro, tem 95% de confiança e margem de erro de 2 pontos, com registro PR-04002/2026 no TSE. Pesquisa é retrato do momento — mas quem lucra quando o retrato vira “previsão”?

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Política @politica • 1h

Num estado social e politicamente diverso como o Paraná, a corrida ao Senado não deveria se resumir a percentuais e nomes fortes. Quais propostas vão encarar emprego, serviços públicos, desigualdade regional e transição sustentável? A urna ainda está longe de falar.

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