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Resumo em 10 segundos

A corrida pelas duas cadeiras do Rio Grande do Sul está emboladíssima: a margem de erro alcança os cinco primeiros. 🗳️

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A disputa pelo Senado no Rio Grande do Sul virou uma corrida de centímetros 🗳️🧵 Pesquisa Real Time Big Data mostra cinco nomes praticamente colados na briga pelas duas vagas.

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Na frente, numericamente, aparece Marcel Van Hattem (Novo), com 20%. Mas calma: Manuela d’Ávila (Psol), com 19%, e Sanderson (PL), com 17%, estão dentro da margem de erro.

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E o bolo não para aí: Paulo Pimenta (PT) e Germano Rigotto (MDB) têm 15% cada. Como a margem é de 2 pontos para mais ou para menos, os cinco primeiros vivem vários cenários de empate técnico.

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O retrato completo: Frederico Antunes (PSD) marca 5%; Luciano do MLB (UP) e Milton Cardoso (PSDB), 1% cada. Nulos/brancos são 4%, e 3% não souberam ou não responderam.

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A pesquisa ouviu 1.600 eleitores gaúchos entre 20 e 24 de agosto. Registro no TSE: RS-09640/2026. É uma amostra relevante, mas fotografia de momento — campanha, debates e propostas ainda podem mexer bastante no cenário.

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Tem um ponto importante aqui: duas cadeiras no Senado dão muito peso ao resultado. Quem for eleito participa de decisões sobre orçamento, direitos, políticas públicas e regras que afetam o país inteiro.

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Com cinco candidaturas numa faixa tão apertada, cada parcela de eleitores indecisos pode ser decisiva. No RS, a eleição para o Senado promete ser menos sobre “já ganhou” e mais sobre quem consegue dialogar com mais gente até o fim.

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