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🎬🤖 A produtora por trás de campanhas agora entra de vez na IA generativa. A Eyeball quer transformar narrativas — e o modelo de negócio — da indústria criativa.

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A Sentimental Filme acaba de apresentar a Eyeball, seu estúdio de inteligência artificial. 🎬🤖🧵 A nova empresa nasce para criar narrativas com IA e já chega com projetos para GWM, Nike e Cinemark.

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A Eyeball foi fundada por Marcos Araujo e Marcos Medeiros, sócios da Sentimental, junto da produtora executiva Flavia Zanini e do designer André Batista. A operação será independente, com bases em São Paulo e Lisboa.

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O alvo é amplo: diretores, estúdios, marcas, agências e produtoras. Na prática, a empresa quer ocupar a camada que mistura criação, ferramentas generativas, produção audiovisual e desenvolvimento de propriedade intelectual.

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O ponto mais relevante não é apenas “usar IA para fazer filmes”. É a mudança de posicionamento: a Sentimental quer operar como grupo de criatividade, entretenimento, tecnologia e IP — áreas que antes costumavam ficar separadas.

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Ter Nike, GWM e Cinemark no portfólio antes do lançamento indica que a demanda já existe. Mas também levanta a questão central: IA vai ampliar a capacidade criativa ou concentrar ainda mais poder e orçamento nas grandes marcas?

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Para produtoras, a tecnologia pode reduzir etapas caras de pré-visualização, testes e pós-produção. Para profissionais, porém, o desafio é outro: contratos, crédito autoral, remuneração e treinamento precisam acompanhar essa transformação.

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A base entre Brasil e Portugal pode dar à Eyeball acesso a mercados, repertórios e talentos de dois polos lusófonos. O diferencial real estará em evitar narrativas genéricas: IA escala imagens; direção criativa ainda exige contexto cultural.

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A corrida agora não é só por imagens mais impressionantes. É por modelos de criação que combinem velocidade, autoria e remuneração justa. Quem tratar IA apenas como corte de custo pode descobrir tarde que criatividade não é uma planilha.

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