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Dor incapacitante não deveria ser rotina. O Opera Sergipe ampliou o cuidado especializado, da avaliação ao pós-operatório. 💛

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Endometriose não é “cólica normal” — e 430 mulheres em Sergipe já passaram por cirurgias especializadas pelo Opera Sergipe em 19 meses. 💛🧵

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O ponto mais importante: cirurgia não é automaticamente o caminho para todo mundo. A estimativa é que cerca de 20% das pacientes tenham indicação cirúrgica; a maioria precisa de tratamento clínico e acompanhamento especializado.

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Na prática, a linha de cuidado inclui avaliação individualizada, consultas, exames pré-operatórios e, quando necessário, cirurgia. Depois, seguem os retornos com suporte nutricional e psicológico.

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Isso faz muita diferença porque a endometriose pode trazer dor intensa, fadiga e impactos na rotina, no trabalho, nos estudos e na vida afetiva. Escuta médica e diagnóstico sem demora mudam muita coisa.

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A auxiliar administrativa Carla Dayane Guimarães conta que as dores deixaram de fazer parte da rotina após a cirurgia. Ela segue em acompanhamento — porque tratar endometriose é cuidado contínuo, não só um procedimento.

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Desde março de 2025, o acesso a esse atendimento especializado foi ampliado na rede estadual. É o tipo de política pública que aproxima tratamento de quem antes enfrentava filas, deslocamentos e dor sem resposta.

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O Opera Sergipe soma mais de 64 mil cirurgias realizadas, incluindo as 430 para endometriose. Quando a saúde pública combina acesso, equipe especializada e acompanhamento, qualidade de vida deixa de ser privilégio.

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