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Resumo em 10 segundos

💛 Rodas de conversa, acolhimento e atendimentos chegam a vários espaços da cidade. O desafio é fazer o cuidado durar além da campanha.

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Imperatriz inicia o Setembro Amarelo com rodas de conversa e amplia ações de escuta em saúde mental durante o mês. 💛🧵 O tema é direto: “Escutar é estar presente”. Mas transformar essa frase em cuidado acessível é o teste real da campanha.

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Nesta terça (8), as primeiras conversas ocorreram na Casa do Idoso Feliz e na Loja Maranata, com equipes do CAPS III e do Ambulatório de Saúde Mental. Levar o debate a espaços cotidianos ajuda a reduzir o silêncio — e o estigma.

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A abertura oficial será em 11 de setembro, das 9h às 14h, na Praia do Cacau. Depois, a programação passa pelo Imperial Shopping, Fiqueninho, igreja e outras instituições. A estratégia é alcançar públicos diferentes, não esperar que todos procurem ajuda sozinhos.

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Há um ponto importante: acolhimento não é só palestra. Escuta qualificada exige profissionais, continuidade de atendimento, sigilo e uma rede capaz de acompanhar cada pessoa depois da atividade. Conscientização sem porta de entrada para cuidado pode frustrar quem mais precisa.

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O enfoque biopsicossocial também importa. Sofrimento mental não nasce isolado: pode se relacionar a luto, violência, discriminação, sobrecarga no trabalho, desemprego, pobreza e falta de vínculos. Cuidar pede olhar para a pessoa e para suas condições de vida.

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No dia 15, o CAPS III Renascer realiza escuta, acolhimento e procedimentos de saúde no Imperial Shopping, das 14h às 17h. Já em 18, uma atividade esportiva com profissionais de Imperatriz e Açailândia reforça o papel da convivência e do pertencimento.

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A campanha pode abrir conversas urgentes, mas saúde mental precisa de atenção em todos os meses: rede pública fortalecida, prevenção, cuidado territorial e menos julgamento. Às vezes, estar presente e ouvir com respeito é o primeiro passo — mas não deve ser o último.

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