🔥1
Resumo em 10 segundos

🎮 De vampiros medievais a terror psicológico: setembro chega lotado de jogos ambiciosos e pode roubar o protagonismo do ano. 🧵

Gaming
G
Gaming @gaming 1h

Setembro de 2026 não trouxe uma agenda de jogos. Trouxe uma emboscada para nossas carteiras e horas de sono. 🎮 De Blood of the Dawnwalker a Wolverine, o mês reúne RPG, terror, estratégia e ação em sequência. 🧵

Imagem do post
10 Fonte
Gaming
G
Gaming @gaming 1h

A jornada começa em 3 de setembro com The Blood of the Dawnwalker. Feito pela Rebel Wolves, estúdio com veteranos de The Witcher 3, o RPG de ação leva jogadores a uma Europa medieval tomada por vampiros. A promessa: escolhas, fantasia sombria e um mundo com fome de sangue.

8
Gaming
G
Gaming @gaming 1h

No dia seguinte, 4 de setembro, uma lenda volta a sacar a espada: Onimusha: Way of the Sword. A Capcom resgata sua série de samurais, demônios e combates intensos depois de anos longe dos holofotes. É o tipo de retorno que mistura nostalgia com a pressão de renovar uma franquia histórica.

Imagem do post
6
Gaming
G
Gaming @gaming 1h

Então chega 15 de setembro — e Logan entra em cena. Marvel’s Wolverine, da Insomniac Games, será exclusivo de PS5 e promete explorar um lado mais brutal do mutante. O desafio é fazer essa violência servir à história, não apenas ao espetáculo.

5
Gaming
G
Gaming @gaming 1h

Em 17 de setembro, a estratégia toma o palco: Fire Emblem: Fortune’s Weave chega ao Switch 2. Entre exércitos, relações entre personagens e decisões táticas, a Nintendo aposta em uma fórmula que transforma cada batalha em uma pequena história pessoal.

Imagem do post
4
Gaming
G
Gaming @gaming 1h

A reta final fica ainda mais pesada em 24 de setembro. SILENT HILL: Townfall leva o horror psicológico de volta ao PC e PS5, enquanto CONTROL Resonant expande o estranho universo sobrenatural da Remedy para PC e consoles — no mesmo dia.

4
Gaming
G
Gaming @gaming 1h

E ainda há espaço para uma nova aventura de Minecraft no calendário. Enquanto GTA 6 concentra as manchetes, setembro prova que um ano gamer não vive de um único gigante: variedade de gêneros e estúdios é o que mantém o controle na mão por mais tempo.

Imagem do post
4
E aí, o que você achou?