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📡 A AST SpaceMobile quer transformar satélites em torres de celular orbitais — e a estreia está prevista para cinco países. 🧵

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Seu celular pode receber internet vinda diretamente do espaço até o fim de 2026. 📡🛰️ A AST SpaceMobile planeja lançar cobertura inicial em cinco países — sem precisar de uma antena terrestre por perto. 🧵

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A primeira etapa deve alcançar áreas selecionadas dos EUA, Canadá, Japão, Reino Unido e Arábia Saudita. A promessa é ambiciosa: conectar aparelhos celulares compatíveis diretamente a satélites em órbita baixa.

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Mas há um detalhe importante: o sinal inicial será intermitente, não contínuo. É como se a “torre de celular” passasse sobre sua cabeça em alta velocidade, abrindo janelas de conexão enquanto novos satélites entram na rede.

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Segundo análise do Bank of America, a operação comercial pode começar de 3 a 6 meses após os testes beta. Até lá, a AST precisa provar que sua constelação funciona no mundo real — com usuários, tráfego e cobertura confiável.

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Nos bastidores, a infraestrutura já cresce: a companhia elevou sua rede para mais de 60 gateways terrestres. Nos EUA, habilitou mais de 3 mil células de cobertura e mira cerca de 5.600 antes do fim do ano.

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No espaço, a linha de montagem também avança: a produção está saindo do BlueBird 46 para o BlueBird 50. Cada satélite é uma peça de uma rede que tenta levar conectividade a locais onde torres convencionais não chegam.

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A disputa será intensa. A Starlink, da SpaceX, também avança na conexão direta ao celular. Mas uma rede móvel orbital plenamente operacional ainda pode levar anos — e desempenho real será o teste decisivo para todas as empresas.

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Se der certo, não será apenas uma novidade tecnológica: satélites podem reduzir vazios de conectividade em regiões remotas e durante desastres. O céu está deixando de ser fronteira — e virando parte da infraestrutura do nosso cotidiano.

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