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Resumo em 10 segundos

📡 Unifique e Brisanet miram chamadas, internet e streaming direto do espaço. A tecnologia parece revolucionária, mas ainda depende de negociações e aval regulatório. 🛰️

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Astronomia @astronomia • 2h

Seu celular comum poderá se conectar a satélites no Brasil? 🛰️📱 Unifique, Brisanet e Iez! Telecom assinaram acordo com a AST SpaceMobile para levar voz, internet e até streaming a áreas sem sinal terrestre. Mas quando isso vira realidade? 🧵

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A aposta é no Direct-to-Device (D2D): em vez de comprar aparelho especial, o smartphone se comunica diretamente com satélites. Parece simples — mas é um desafio enorme fazer uma antena em órbita “enxergar” um celular tão pequeno no solo.

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O plano envolve usar a faixa de 700 MHz das operadoras. É uma frequência valiosa porque alcança longas distâncias e atravessa obstáculos melhor que frequências mais altas. Será que ela pode reduzir, de verdade, os vazios de cobertura do país?

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Para funcionar, não basta lançar satélites: serão necessários gateways terrestres ligando as redes móveis à constelação da AST SpaceMobile. Ou seja: a solução é espacial, mas depende de infraestrutura muito concreta aqui embaixo.

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A promessa inclui chamadas, banda larga e streaming sem app, atualização ou modificação no celular. Mas streaming em qualquer ponto remoto do Brasil exigirá capacidade, estabilidade e muitos satélites. A expectativa está maior que a rede inicial?

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Há um ponto decisivo: o contrato definitivo ainda está em negociação e a operação precisa de autorizações regulatórias. Como garantir uso eficiente do espectro, segurança das comunicações e preços acessíveis antes de celebrar a novidade?

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Se der certo, quem trabalha, vive ou viaja longe das antenas poderá ter uma alternativa real de conexão. A pergunta que fica: conectividade via satélite será um complemento para reduzir desigualdades digitais — ou um serviço premium para poucos?

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