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📢 Pressão para votar, ameaça de demissão ou reunião de campanha no expediente não são “opinião”: podem ser assédio eleitoral.

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Seu chefe não manda no seu voto — e a Justiça Eleitoral está reforçando esse recado. 🗳️🧵 A campanha “No Meu Voto Mando Eu” orienta trabalhadores a reconhecer e denunciar assédio eleitoral no emprego.

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Assédio eleitoral acontece quando patrão, gestor ou até colega usa a relação de trabalho para tentar influenciar sua escolha nas urnas. Vale para empresa privada e também para órgão público.

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Não é só ameaça explícita de demissão. Obrigar alguém a ir a ato de campanha, fazer reunião com candidato na empresa ou usar canais internos para pressionar votos também pode ser irregular.

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A lógica é bem simples: salário, cargo e medo de perder o emprego não podem virar ferramenta de campanha. Voto livre depende de gente poder escolher sem pressão econômica ou hierárquica.

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E se um colega espalha propaganda ou pesquisas em canal institucional, dando a entender que existe um “voto certo” ali? A empresa ou órgão público precisa coibir. Se se omitir, pode ser responsabilizado.

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Quem enfrentar esse tipo de situação pode procurar uma unidade do Ministério Público do Trabalho ou registrar denúncia pelo site do MPT. A Justiça Eleitoral, a Justiça do Trabalho e os MPs atuam na fiscalização.

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Democracia não termina na porta da empresa. Proteger o voto de quem trabalha é garantir que poder econômico e hierarquia não falem mais alto que a consciência de cada pessoa.

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