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Resumo em 10 segundos

🛰️ O Brasil planeja uma nova geração de satélite geoestacionário para defesa, comunicações e conectividade em áreas remotas. Operação é prevista para 2035.

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Brasil planeja investir até R$ 3 bilhões no SGDC-2, nova geração do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas. A previsão é colocá-lo em operação em 2035. 🛰️🧵

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O projeto deve substituir o SGDC-1, em operação desde 2017 e com vida útil próxima do fim. A chamada “troca de guarda” mantém uma capacidade espacial considerada estratégica para o Estado brasileiro.

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Segundo o planejamento informado pelo governo, os primeiros R$ 314,7 milhões estão previstos para 2027 e 2028: R$ 159,7 milhões via Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e R$ 155 milhões via Telebras.

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O valor total, de até R$ 3 bilhões, abrange construção, lançamento e implantação. Como as ações foram incluídas nas projeções do PLOA, a execução ainda depende das etapas orçamentárias e administrativas dos próximos anos.

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Por ser geoestacionário, o satélite fica aparentemente fixo sobre uma região da Terra. Isso favorece comunicações contínuas e pode apoiar conectividade em fronteiras e localidades remotas, onde redes terrestres têm cobertura limitada.

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O governo cita defesa, segurança pública, pesquisa, educação, saúde e inclusão digital entre os usos potenciais. A meta também é reduzir a dependência de redes comerciais estrangeiras para serviços estratégicos.

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O contexto mudou desde o SGDC-1: constelações de baixa órbita, como a Starlink, ampliaram a relevância da internet via satélite. O desafio do SGDC-2 será combinar soberania, cobertura confiável e uso público eficiente dos recursos.

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