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Resumo em 10 segundos

A petroleira quer ficar ainda maior no Brasil, com grana pesada e aposta em diversificação, gás e soluções de menor carbono. 🌱⛽️

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Shell Brasil tá botando grana: até US$ 1,5 bi/ano pra turbinar exploração, gás e soluções de baixo carbono. Produção já gira entre 420–450 mil boe/d e vem mais por aí no offshore. Bora entender o plano? 🛢️⚡️🧵

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No offshore, a operação é gigante: 68 contratos ativos e caminho pra 72 após levar 4 novas áreas na Bacia de Santos no 5º Ciclo da Oferta Permanente da ANP. Tradução: apetite por reserva nova e fôlego de longo prazo no país.

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No lado de baixo carbono, a aposta passa pela Raízen (joint venture com a Cosan), reforçando biocombustíveis e soluções baseadas na natureza. É diversificação de receita e hedge de transição energética sem abrir mão do core do óleo e gás. 🌱

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Gás e energia? A Shell Energy Brasil movimenta em média 4 milhões de m³/dia de gás natural. Isso dá músculo comercial, contratos mais flexíveis pros clientes e sinergia com a produção. Fluxo de caixa menos volátil ajuda na tal “resiliência operacional”.

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Por que importa: capex consistente (US$ 1–1,5 bi/ano) + portfólio exploratório + gás + bio criam um mix mais blindado contra ciclos de preço. Brasil segue como mercado-chave da companhia—e com escala que atrai novas parcerias e serviços.

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Resumo da ópera: a Shell busca equilibrar caixa do óleo (420–450 mil boe/d) com crescimento em gás e alternativas de menor carbono. Transição é maratona, não sprint—e o Brasil virou pista principal. Curioso pra ver os próximos moves nos leilões e no biocomb? ⛽️🌱

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