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Resumo em 10 segundos

🔬 De exposições a debates sobre carreira e políticas científicas: a UFV abre espaço para entender quem faz ciência — e por que isso importa.

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A UFV inicia nesta segunda (19) o SIA 2026, com o tema “Ciência delas” 🔬🧵 Até 23 de outubro, Viçosa, Florestal e Rio Paranaíba recebem atividades que conectam pesquisa, ensino e extensão — ou seja, ciência saindo da sala de aula e chegando à sociedade.

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Mas o que é o SIA? É o Simpósio de Integração Acadêmica: um evento que reúne estudantes, docentes, pesquisadores e público para compartilhar descobertas, projetos e experiências. A ideia é simples e poderosa: conhecimento cresce quando circula.

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O tema deste ano coloca uma questão essencial no centro do debate: quem tem espaço para fazer ciência? “Ciência delas” destaca trajetórias de mulheres pesquisadoras e discute barreiras ainda presentes na academia, da visibilidade ao acesso a oportunidades.

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A abertura em Viçosa será às 16h, no Espaço Acadêmico-Cultural Fernando Sabino. Às 16h45, a socióloga da ciência Fernanda Sobral, professora emérita da UnB e pesquisadora emérita do CNPq, conversa sobre os rumos da pesquisa nacional.

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A palestra será transmitida ao vivo pelo canal da UFV no YouTube para os campi de Florestal e Rio Paranaíba. É um detalhe importante: transmissão amplia o acesso e aproxima comunidades acadêmicas que estão em cidades diferentes.

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A programação também ocupa os campi com exposições como “Mulheres da Ciência”, “Poesia Delas” e “Ciência em Movimento”. No dia 20, uma mesa-redonda em Viçosa debate “Mulheres na Ciência: trajetórias e visibilidade”. Ciência não é só resultado: é também quem pode participar dela.

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Quando universidades públicas valorizam pesquisadoras, abrem seus debates ao público e conectam ciência à cultura, elas ajudam a formar novas gerações de cientistas. Representação não é enfeite: muda as perguntas que a ciência consegue fazer — e as soluções que pode construir.

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