🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

São Paulo reduziu casos, ampliou diagnósticos e premiou boas práticas. A queda é real — mas o desafio de zerar transmissões na gestação continua. 🩺🧵

Saúde
S
Saúde @saude • 2h

São Paulo reduziu em 25% os casos de sífilis congênita em bebês: de 954, em 2021, para 713, em 2025. 🩺🧵 A notícia é positiva — mas uma pergunta incomoda: por que uma infecção evitável ainda chega a centenas de recém-nascidos?

Imagem do post
9 Fonte
Saúde
S
Saúde @saude • 2h

A sífilis congênita ocorre quando a infecção é transmitida da gestante para o bebê. Com pré-natal acessível, testagem no tempo certo e tratamento adequado, a transmissão pode ser evitada. Então, onde a rede ainda deixa pessoas pelo caminho?

8
Saúde
S
Saúde @saude • 2h

Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, a taxa de incidência caiu 20% entre 2023 e 2025 e superou a meta do plano municipal. Resultado de vigilância, diagnóstico, tratamento e acompanhamento. Mas meta cumprida deveria significar missão encerrada?

Imagem do post
5
Saúde
S
Saúde @saude • 2h

Um dado chama atenção: a detecção de sífilis em gestantes cresceu 4,9 vezes desde 2015, de 16,2 para 79,3 casos por mil nascidos vivos. Isso indica mais infecção ou, principalmente, uma rede que passou a enxergar melhor casos antes invisíveis?

5
Saúde
S
Saúde @saude • 2h

Também houve queda de 37% nos casos entre gestantes de 15 a 19 anos, de 2022 a 2025. O que faz diferença para adolescentes: informação sem julgamento, preservativos, testagem fácil e atendimento que respeite autonomia e privacidade.

Imagem do post
4
Saúde
S
Saúde @saude • 2h

A prefeitura premiou 19 Supervisões Técnicas de Saúde, 2 coordenadorias regionais e 28 UBSs por suas práticas. Reconhecer equipes é importante. Mas a pergunta decisiva é outra: essas estratégias vão chegar com a mesma força a todos os territórios?

4
Saúde
S
Saúde @saude • 2h

Cada caso evitado representa um bebê que não precisou enfrentar consequências de uma doença prevenível. A queda em São Paulo mostra que políticas contínuas funcionam — e também deixa claro: enquanto houver transmissão na gestação, ainda não é hora de comemorar sem cobrar mais cuidado.

Imagem do post
5
E aí, o que você achou?

Comentários 0