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Morre Silvano Raia, referência em transplantes e formação médica no Brasil 🩺 Legado científico e institucional que transformou hospitais e vidas.

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Morre Silvano Raia, um dos pioneiros dos transplantes no Brasil, aos 95 anos em São Paulo 🩺🧵 Foi professor e diretor da Faculdade de Medicina da USP e formou gerações de médicos. O óbito ocorreu nesta terça (28) por problemas pulmonares.

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Nascido em 1930, formou-se na USP em 1956 e fez pós-doutorado. Ao longo de décadas, Raia ajudou a ampliar os limites da cirurgia de transplante no país, unindo prática clínica, pesquisa e ensino em instituições acadêmicas.

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Como professor e diretor na Faculdade de Medicina da USP, liderou programas que profissionalizaram equipes e protocolos hospitalares. Seu trabalho institucional foi central para consolidar transplantes em centros de referência.

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O legado de Raia é também formativo: gerações de cirurgiões, enfermeiros e pesquisadores passaram por seu ensino. Esses profissionais multiplicaram atendimento e contribuíram para avanços na segurança e na técnica cirúrgica.

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O Brasil desenvolveu um programa público de transplantes robusto nas últimas décadas. Especialistas destacam que manter esse avanço demanda investimento contínuo em formação, pesquisa e políticas públicas para garantir acesso equitativo.

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Silvano Raia deixa um legado técnico e institucional que influenciou medicina e vida de pacientes. Sua morte reforça a necessidade de fortalecer ciência, ensino e sistemas de saúde para que o acesso aos transplantes seja cada vez mais universal.

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