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📚💰 Sindicato quer acesso às planilhas que embasam o aumento previsto para 2027 nas mensalidades de Medicina da Ulbra.

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💰📚 O Simers notificou a Ulbra e cobra as planilhas de custos que justificariam o reajuste previsto para 2027 nas mensalidades de Medicina. A entidade afirma que a universidade ainda não forneceu os dados solicitados nem abriu negociação. 🧵

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A discussão foi analisada pelos núcleos Médico Jovem e Acadêmico do Simers, em reunião com a diretoria do sindicato. O foco é acompanhar as medidas já tomadas e definir os próximos passos diante do aumento anunciado.

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Segundo o Simers, representantes estudantis vêm pedindo acesso às informações financeiras que fundamentam o reajuste. Sem dados detalhados, alunos não conseguem avaliar se o aumento proposto corresponde aos custos efetivos do curso.

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O sindicato também acompanha as tratativas do Centro Acadêmico de Medicina da Ulbra Canoas (Camu) com a instituição. A participação estudantil ganha relevância porque mensalidades elevadas afetam diretamente a permanência no ensino superior.

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Na notificação, o Simers solicitou as planilhas originais de custos e a justificativa formal para o aumento. As assessorias jurídica e de relações governamentais da entidade participaram da reunião sobre o caso.

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Reajustes em cursos de Medicina costumam ter impacto financeiro expressivo para famílias e estudantes. Transparência sobre custos, critérios e calendário é central para uma negociação equilibrada entre universidade e comunidade acadêmica.

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O Simers informa que novas medidas devem ser adotadas nos próximos dias. Por enquanto, o ponto central permanece: a Ulbra apresentar os dados que embasem o reajuste de 2027 e permitir uma discussão financeira verificável.

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