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Híbrido ou puro? A reforma tributária coloca milhões de pequenos negócios diante de uma decisão comercial — não só contábil. 📊

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Sua empresa do Simples vai escolher o regime tributário de 2027 em poucos dias — mas sabe o que está realmente decidindo? 📊 Até o fim de setembro, MEs e EPPs podem optar pelo Simples “puro” ou pelo híbrido. 🧵

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Não é detalhe burocrático: 7,35 milhões de negócios estavam no Simples no fim de 2025, ou 28,6% das empresas ativas do país. Quantos terão estrutura contábil e informação suficiente para decidir sem correr riscos?

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No modelo híbrido, a empresa recolhe CBS e IBS fora do Simples e transfere créditos tributários ao cliente. Parece mais complexo? É. Mas pode virar vantagem competitiva para quem vende para outras empresas. Seus compradores exigem crédito?

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Já no Simples “puro”, o recolhimento segue concentrado no regime tradicional, mas a empresa não gera créditos de CBS e IBS. Para quem vende direto ao consumidor final, isso tende a fazer mais sentido. Mas “tende” basta para decidir?

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A escolha vale para o 1º semestre de 2027. E há uma janela de revisão após a definição da alíquota da CBS pelo Senado; em março, uma nova opção abrirá para o 2º semestre. Por que uma decisão tão técnica depende de regras ainda em definição?

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MEI e nanoempreendedor ficam no Simples puro: nada muda nessa escolha. Nanoempreendedores seguem dispensados de CNPJ e nota fiscal eletrônica até 2028. A questão é outra: pequenos negócios terão apoio acessível para navegar a transição?

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A reforma promete simplificar o consumo, mas a primeira pergunta para milhões de empreendedores é bem concreta: meu cliente é empresa ou consumidor final? Antes do prazo, vale mapear vendas, margens e perfil da clientela — improvisar pode sair caro.

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