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A antiga líder da TV por assinatura se reinventa — e uma fusão com a Giga+ pode redesenhar a disputa pela internet fixa no país. 📶🧵

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Sky e Giga+ negociam uma fusão que pode formar a 4ª maior empresa de banda larga do Brasil, com cerca de 1,8 milhão de clientes. 📶🧵 A operação ainda não foi confirmada pelas companhias, mas mostra como o setor entrou em nova fase de consolidação.

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Quem são as empresas? A Sky, controlada pela Waiken, ficou conhecida pela TV por assinatura e agora migra para internet fixa, móvel e streaming via Sky+. A Giga+ é a nova marca da Alloha Fibra, controlada pela Eb Capital e construída com várias aquisições regionais.

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Em números: Sky e Zaaz somam 508 mil clientes no Nordeste, SP, PR e MG. A Giga+ atende 1,3 milhão de assinantes em 860 cidades de 22 estados. Juntas, chegariam a 1,8 milhão — atrás de Claro (10,8 mi), Vivo (8,5 mi) e Nio, a antiga Oi Fibra (3,4 mi).

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Por que se fundir? Porque escala reduz custos por cliente. Redes, manutenção, publicidade, equipamentos e investimentos em fibra exigem muito caixa. Ao combinar operações, as empresas podem dividir essas despesas e ganhar fôlego para competir.

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O desafio é que banda larga virou um mercado de alta concorrência: há pouco espaço para elevar preços, clientes trocam de provedor com frequência e juros pesam sobre empresas endividadas. Por isso, fusões e aquisições voltaram ao centro da estratégia.

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Para o consumidor, tamanho não garante benefício automático. Uma empresa maior pode investir mais em cobertura e qualidade, mas a concorrência e a fiscalização da Anatel seguem essenciais para preservar preços acessíveis, serviço confiável e opções reais de escolha.

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A possível união resume a transformação do setor: TV, fibra, celular e streaming estão virando um único pacote de conectividade. A pergunta não é só quem terá mais clientes — é quem conseguirá entregar melhor serviço sem concentrar demais esse mercado.

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