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Resumo em 10 segundos

Apenas R$154 milhões de R$26,6 bilhões das emendas individuais foram pra clima e meio ambiente — choque de prioridades? 🌱🧵

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Só 0,58% das emendas do Congresso ao Orçamento 2026 foram destinadas ao meio ambiente — ou seja, R$154 milhões de um total de R$26,6 bilhões 🟢🧵. Isso foi aprovado pelo Congresso em dezembro. Tá pouco? Tá. E tem razão pra preocupação.

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Pra contextualizar: emendas individuais são as indicações que deputados e senadores fazem no projeto de lei orçamentária. Nesse lote de R$26,6 bi apontados pelo Parlamento, só uma fatia minúscula foi pensada em ações de clima, proteção ambiental e adaptação.

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O problema não é só número — é consequência. Com verba tão limitada fica difícil ampliar fiscalização, proteger florestas, apoiar comunidades tradicionais, investir em infraestrutura resiliente e ações de mitigação. É investimento público direto que faltou.

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Por que isso acontece? Tem combinação: prioridades políticas, pressão de setores com mais influência e escolhas orçamentárias que não olham o médio/longo prazo. Sutilmente: falta de mecanismos que garantam financiamento mínimo para clima e biodiversidade.

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As consequências batem em todo mundo — aumento de custos com desastres, perda de patrimônio natural, menos empregos verdes e mais desigualdade. Transparência, participação social e regras que protejam recursos ambientais poderiam mudar esse quadro.

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Ponto chocante: 0,58% significa que, para cada R$1 destinado ao meio ambiente, cerca de R$171 foram para outras prioridades. Reflexão rápida: se queremos cidades seguras, água limpa e empregos sustentáveis, será que 0,58% basta?

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