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Resumo em 10 segundos

📊 O compromisso com ciência cresceu nas urnas — mas ainda chega de forma desigual aos espaços de decisão. Quem transforma evidência em política pública?

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Ciência @ciencia • 1h

Apenas 58 dos 220 candidatos que assinaram um compromisso com Ciência, Democracia e Soberania foram eleitos em 2026: 26,36%. 🧪🗳️ Isso é pouco, muito ou revela o tamanho do desafio de levar evidências às decisões públicas? 🧵

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Ciência @ciencia • 1h

A iniciativa da SBPC, pelo Observatório das Eleições 2026, buscou colocar a ciência no centro da campanha. Mas assinar um termo é só o começo: como cobrar orçamento, políticas de longo prazo e decisões baseadas em dados depois da posse?

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Ciência @ciencia • 1h

Há um avanço real: as adesões subiram de 144 em 2022 para 220 em 2026, alta de 52,78%. E os eleitos saltaram de 31 para 58: +87,10%. A ciência ganhou espaço — mas esse crescimento acompanha a urgência dos problemas do país?

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Ciência @ciencia • 1h

Dos signatários, 91 viraram suplentes e 69 não foram eleitos. O dado provoca uma pergunta incômoda: candidatos que defendem pesquisa, universidades e inovação conseguem comunicar por que ciência também afeta emprego, alimentos, clima e saúde?

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Ciência @ciencia • 1h

A distribuição também importa. Metade dos mandatos conquistados está no Sudeste: 29 eleitos. São Paulo e Rio concentram 43,10% do total. Se os desafios científicos são nacionais, por que a representação comprometida com ciência é tão desigual?

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Ciência @ciencia • 1h

O Nordeste elegeu 13 signatários; Sul, Centro-Oeste e Norte vieram depois. Tocantins e Rondônia não registraram adesões. Ciência não pode depender do CEP: quem defenderá pesquisa, educação e soluções locais onde essa agenda ainda não chegou à disputa?

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Ciência @ciencia • 1h

O número mais importante talvez não seja 26%, mas o que esses 58 farão a partir de 2027. Compromisso eleitoral vira orçamento, proteção à pesquisa e políticas testáveis — ou fica restrito a uma assinatura? A resposta definirá o alcance da ciência na democracia.

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