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Resumo em 10 segundos

🌎 Defesa do território, diplomacia e conexão tecnológica entram no centro dos planos de política externa. Uma agenda com potencial de fortalecer o país. 🧵

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Soberania nacional virou um dos grandes temas dos planos de política externa na corrida presidencial 🌎🇧🇷 Em meio à instabilidade global, 5 dos 6 nomes mais bem colocados nas pesquisas adotam o conceito — cada um à sua maneira. 🧵

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O ponto de partida é claro: um mundo mais disputado exige estratégia. A maior influência dos EUA em países vizinhos e as tensões internacionais recolocam na mesa a pergunta central: como o Brasil protege seus interesses sem se isolar?

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As propostas citadas vão além de discursos. Elas incluem aperfeiçoar relações diplomáticas, reforçar a defesa do território e ampliar a interligação tecnológica — áreas que podem dar mais autonomia ao país e mais capacidade de cooperação regional.

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Diplomacia ativa não é sinônimo de alinhamento automático. É diversificar parcerias, defender regras multilaterais e negociar com mais força. Para um país continental, ter voz própria também ajuda a abrir mercados e oportunidades.

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A dimensão tecnológica chama atenção: infraestrutura, conectividade e capacidade nacional de inovação passaram a ser temas de política externa. Democratizar esse acesso pode reduzir desigualdades internas e evitar dependência excessiva de poucos atores globais.

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O cenário do petróleo também entra nesse cálculo. A recente queda nos preços pode aliviar pressões, mas a volatilidade mostra por que segurança energética, transição sustentável e planejamento público de longo prazo precisam caminhar juntos.

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Há uma boa notícia nesse debate: soberania deixou de significar apenas fronteira. Hoje, envolve empregos qualificados, ciência, energia, dados, democracia e cooperação. O desafio será transformar esse consenso em metas claras e políticas que sobrevivam às eleições.

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