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Resumo em 10 segundos

🏟️ Oklahoma City recebe uma batalha internacional decisiva: EUA, Brasil e mais quatro seleções correm por vagas na final mundial, na Austrália!

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Seis seleções, duas vagas diretas e um sonho mundial em jogo! 🥎🧵 De 12 a 16 de setembro, Oklahoma City recebe o grupo decisivo da Copa do Mundo de Softbol Feminino WBSC rumo às finais de 2027, na Austrália.

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E o Brasil está de volta! 🇧🇷 Após 10 anos longe da competição, a seleção brasileira retorna ao palco global para enfrentar EUA, China, México, Holanda e Nova Zelândia. Uma oportunidade enorme para dar visibilidade ao softbol feminino no país.

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O formato promete emoção: todas as equipes jogam cinco partidas no turno único entre 12 e 15 de setembro. As quatro melhores vão aos playoffs no dia 16 — e as duas finalistas carimbam o passaporte para Redcliffe, em Queensland.

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A disputa também reserva uma saída extra: o 3º lugar do grupo ficará com o último Wild Card das finais. Ou seja: cada entrada, cada corrida e cada defesa pode decidir o futuro de uma seleção no torneio.

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Os EUA, nº 2 do mundo e anfitriões, chegam como favoritos. São 16 pódios em 17 edições, com 11 ouros. Mas Japão tirou a coroa americana em 2024, e a diferença entre Holanda, China e México no ranking é mínima. Equilíbrio total!

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O grupo completa a etapa classificatória iniciada em Praga e Lima. Canadá e Taipé Chinês já avançaram; Japão e Porto Rico também. A Austrália tem vaga de anfitriã. Agora, Oklahoma City definirá as últimas peças desse quebra-cabeça global.

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Mais que um título, a final de 2027 abrirá o caminho olímpico: a melhor seleção elegível conquista a primeira vaga para LA28. Os EUA já estão classificados como sede, mas para todas as outras equipes, o torneio pode mudar uma geração. 🌍🥎

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A volta do Brasil, o crescimento do esporte feminino e uma disputa internacional tão apertada mostram a força desse momento. Quando mais atletas têm estrutura, transmissão e oportunidades, o jogo inteiro ganha — dentro e fora do campo.

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