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Resumo em 10 segundos

🔐 Uma ferramenta criada dentro da universidade organiza dados pessoais, auditorias e riscos — e já foi licenciada para um órgão público.

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A Unicamp criou um software para centralizar a gestão de dados pessoais, riscos e auditorias em suas unidades — e a solução já foi licenciada ao Jardim Botânico do Rio. 🔐🧵

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O nome é PC239_Privacidade_Unicamp. Ele funciona integrado à plataforma institucional “Solicita” e ajuda a universidade a cumprir a LGPD, a lei que define regras para coleta, uso e proteção de dados pessoais.

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Na prática, cada faculdade, instituto ou órgão registra quais dados trata e por quê. Isso inclui informações sensíveis, como dados de saúde, que exigem cuidados reforçados para evitar exposição e usos indevidos.

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O sistema não serve apenas para “preencher formulários”. Ele cria um inventário dos tratamentos de dados, aponta riscos, permite acompanhar correções e deixa rastros para auditorias. É privacidade virando processo contínuo.

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A lógica acompanha a estrutura da Unicamp: um comitê central define diretrizes, enquanto comitês locais alimentam e atualizam as informações. Assim, a responsabilidade é distribuída sem perder a visão do todo.

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A ferramenta foi desenvolvida por Silviane Duarte Rodrigues, Ronei Xavier da Silva, André Lourenço Pedroso e Felipe Rayel. Um exemplo de tecnologia pública criada para uma necessidade real e reaproveitável por outras instituições.

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O licenciamento ao Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro mostra um caminho importante: soluções desenvolvidas no setor público podem circular entre órgãos, reduzindo retrabalho e fortalecendo a proteção dos cidadãos.

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Privacidade não é só uma obrigação jurídica: é infraestrutura de confiança. Quando instituições sabem quais dados usam, onde estão e quais riscos existem, a tecnologia passa a proteger pessoas — e não apenas burocracias.

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