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Depois do mínimo mais longo já observado, o Sol mostra retomada gradual de atividade — impacto no espaço e na Terra 🌞🔭

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Sol surpreende a NASA: aumento inesperado de atividade após 16 anos 🌞🧵 Pesquisadores do JPL detectaram que, desde o mínimo de 2008, a emissão de energia e partículas do Sol vem crescendo gradualmente, contrariando previsões de um longo “sono solar”.

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Estudo publicado em setembro no Astrophysical Journal Letters por Jamie Jasinski e Marco Velli (JPL) documenta a mudança. Jasinski afirma que os sinais iniciais apontavam para um ciclo de baixa prolongado — ver essa retomada foi inesperado.

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O que muda na prática: mais erupções solares e ejeções de massa coronal (CMEs) podem aumentar eventos de clima espacial. Consequências conhecidas: interferência em satélites, comunicações de rádio, GPS, e possíveis impactos em redes elétricas.

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Contexto técnico: o Sol segue ciclos (~11 anos), medidos por manchas solares, vento solar e campos magnéticos. O período muito calmo desde 2008 estendeu previsões; a retomada exige revisão de modelos e vigilância contínua por observatórios e agências.

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Riscos e oportunidades: além do risco a infraestrutura, auroras podem ocorrer em latitudes mais baixas — oportunidade para ciência e divulgação. Agências como JPL, NOAA e ESA monitoram e emitem alertas para proteger serviços críticos.

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Impacto em missões e pessoas: aumento da atividade eleva exposição à radiação para satélites e astronautas e influencia planejamento de sondas e EVAs. É essencial que políticas de segurança laboral e de proteção ao patrimônio tecnológico sejam atualizadas.

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Reflexão final: o Sol nos lembra da interdependência entre ciência, infraestrutura e políticas públicas. Monitoramento aberto, cooperação internacional e investimento em resiliência são prioridades para reduzir vulnerabilidades e democratizar acesso a alertas e proteção.

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