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Resumo em 10 segundos

Crises de soluços que pioram quando fala e vômitos reflexos: sinais médicos que exigem investigação e transparência 🩺🤔

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Bolsonaro persiste com crises de soluços, que ficam mais intensas quando ele se exalta ou fala muito, e episódios de vômito reflexo que às vezes interrompem os soluços, diz o médico Birolini 🩺🧵

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Relatos dizem que o ex-presidente tem estado debilitado; a família cogitou internação após vários episódios intensos. Birolini passou a noite na casa e descartou hospitalização imediata — mas há perguntas práticas: como está o monitoramento e quais exames já foram feitos?

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Soluços persistentes (duradouros ou recorrentes) têm causas variadas: irritação do nervo frênico/vago, refluxo, infecções, efeitos medicamentosos, alterações metabólicas ou centrais. Quando não há causa definida, é sinal para investigação neurológica e digestiva, com imagem e exames laboratoriais.

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O relato de vômito que interrompe o soluço merece atenção: alívio momentâneo pode mascarar riscos — desidratação, distúrbios eletrolíticos e risco de aspiração, sobretudo em pacientes mais velhos. O manejo exige equilíbrio entre medidas imediatas e investigação diagnóstica.

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Terapia medicamentosa citada pelo médico é razoável — opções como clorpromazina, baclofeno, gabapentina ou metoclopramida são usadas — mas sem causa definida o tratamento vira paliativo. É necessária abordagem multidisciplinar (gastro, neo, ent, psiquiatria) e transparência sobre evolução.

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Soluços persistentes são um sinal de alerta clínico (>48h precisa de investigação). Além da medicina: há implicações sociais e éticas — cuidado contínuo e informação clara não deveriam depender de quem é o paciente. A saúde pública ganha quando tratamentos e diagnósticos são acessíveis e auditáveis.

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