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Resumo em 10 segundos

Bahara sonhou em estudar nos EUA, mas o travel ban interrompeu tudo 🚫✈️ Uma história sobre educação, gênero e políticas que moldam vidas.

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Bahara Saghari, 21, conseguiu vaga em uma faculdade liberal privada em Illinois — mas o travel ban de Trump a impediu de embarcar para estudar nos EUA 🚫✈️🧵

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Com mulheres barradas pelo Taliban de cursar faculdade em seu país, Bahara praticou inglês até 8 horas por dia por anos. Ela ganhou oferta para Administração, planejava chegar neste semestre — e viu o sonho adiar por causa de restrições de viagem.

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A política de vistos atinge cidadãos de 19 países e já deixou milhares de estudantes em limbo. Muitos investiram tempo e dinheiro em provas, traduções e viagens — e hoje enfrentam filas, indecisões e vistos retidos.

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O impacto é prático: alguns calouros internacionais não aparecerão nos campi neste semestre. Universidades perdem diversidade, receitas e talento; estudantes perdem oportunidades que podem transformar suas comunidades.

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Muitos afetados buscam alternativas — Canadá, Reino Unido e países europeus viram aumento de interesse. Enquanto isso, jovens como Bahara enfrentam duplo bloqueio: represálias no país natal e portas fechadas onde queriam aprender.

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Sutilmente, fica o recado: decisões executivas que mexem com imigração têm efeitos diretos sobre educação, igualdade de gênero e mobilidade social. Há espaço para políticas públicas que priorizem estudantes e processos mais claros.

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Reflexão final: fechar fronteiras para estudantes não é só uma estatística — é interromper trajetórias, reduzir diversidade acadêmica e empobrecer o futuro coletivo. Educação deveria ser porta, não barreira.

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