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Resumo em 10 segundos

🎤 A próxima fronteira do K-pop pode não estar só nos palcos: receitas de shows e conteúdos começam a virar ativos tokenizados na blockchain da Sony.

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A Sony quer colocar uma nova camada na economia do K-pop: 🎤⛓️ sua blockchain Soneium fechou parceria para transformar receitas ligadas a artistas, shows e conteúdos em ativos tokenizados. 🧵

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A história passa pela sul-coreana DayOneDream, empresa por trás de nomes como BTOB, Lee Chae Yeon, MEMI e 2F. A operação será conduzida pela WAVIST, plataforma focada em tokenizar propriedade intelectual da chamada K-Culture.

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Na prática, não é sobre comprar uma música nem virar dono da carreira de um idol. A ideia é oferecer exposição financeira a fontes de receita específicas do entretenimento, registradas e liquidadas via blockchain.

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O primeiro produto da WAVIST é um fundo voltado a shows. Direitos e receitas previstas — como bilheteria — entram em uma estrutura coletiva. Quem investe participa do fundo, não de um show isolado.

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Isso importa porque financiar entretenimento costuma depender de poucos grandes grupos e intermediários. A tokenização pode criar novas rotas de capital, desde que transparência, regras claras e proteção ao investidor acompanhem a inovação.

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A Soneium, criada pelo Sony Group com a Startale Group, entra como infraestrutura: ajuda a organizar registros, movimentações e liquidações dos produtos. Blockchain aqui não muda o negócio artístico por mágica — muda como ele pode ser estruturado.

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Há limites importantes: os produtos são destinados a investidores elegíveis fora dos EUA, exigem identificação e verificação, e não prometem retorno ou preservação do capital. Tokenizado não significa livre de risco.

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Se esse modelo ganhar escala, fãs e investidores poderão enxergar o K-pop também como uma nova classe de ativos. Mas o teste real será simples: a tecnologia vai distribuir melhor o acesso ao financiamento — ou apenas digitalizar a concentração de sempre?

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