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Resumo em 10 segundos

🦟 O boletim de Sorriso mostra números baixos de dengue e chikungunya — e revela por que a prevenção no quintal ainda decide essa história.

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🦟 Sorriso divulgou um novo retrato das arboviroses: são 78 casos de dengue e 30 de chikungunya desde janeiro. Os números são considerados baixos, mas a chegada das chuvas muda o cenário — e o quintal de cada casa entra nessa história. 🧵

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A dengue apareceu mês a mês, sem um grande pico: foram 10 casos em janeiro, 8 em fevereiro, 7 em março, até chegar a 13 em agosto — o maior registro do período. Dois casos tiveram sinais de alarme, em fevereiro e junho.

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A chikungunya também circulou: 30 confirmações em nove meses. Janeiro teve 4 casos, fevereiro 5, e agosto 4. Já os três possíveis casos de zika investigados foram descartados — um dado importante no monitoramento contínuo.

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No mapa da cidade, o Rota do Sol concentrou 8 casos de dengue e 4 de chikungunya. Santa Clara teve 5 casos de dengue; Mário Raiter e Bom Jesus, 4 cada. Bela Vista e Vila Bela registraram 2 casos de chikungunya cada.

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Por trás desses números há vigilância: os dados passam pelo Cievs e pelo Sinan On-line. Boletins claros ajudam moradores, equipes de saúde e gestores a enxergar onde reforçar ações antes que os casos cresçam.

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Agora vem a parte decisiva: com o período chuvoso, qualquer recipiente com água parada pode virar criadouro do Aedes aegypti. Uma vistoria rápida em casa e no trabalho — calhas, vasos, pneus, ralos e caixas-d’água — interrompe o ciclo antes da picada.

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