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Resumo em 10 segundos

Da periferia de Sorocaba à cena indie de Nova York — a história de Raissa Leme revela desafios de diversidade, financiamento e representatividade no mundo dos jogos 🎮🗽

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“Sou a única pessoa preta na sala”: Raissa Leme criou uma produtora de games em Nova York 🗽🎮 🧵

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Raissa é de Sorocaba (SP). Filha de mãe trabalhadora e criada pela avó, descreve uma rotina dura que construiu resiliência. Do interior paulista ao mercado de games dos EUA: trajetória que mistura sacrifício, oportunidade e escolhas profissionais.

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Em Nova York ela co-criou a Universa e falou, pela primeira vez 'sem filtros', sobre carreira e maternidade — seu filho Rio, 1 ano, foi decisivo para ela assumir visibilidade. Isso não é só pessoal: é uma estratégia de carreira e comunidade.

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Quando Raissa diz que era a única pessoa preta na sala, estamos diante de um sintoma estrutural: pipeline falho, redes de acesso fechadas e vieses de contratação. A indústria de games precisa transformar esse diagnóstico em metas concretas de inclusão.

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Montar um estúdio em NY expõe outro nó: concentração de poder e barreiras financeiras. Indies como a Universa enfrentam gatekeepers, falta de financiamento e pressão por resultados rápidos. Sustentabilidade e condições justas de trabalho deveriam entrar no centro do debate.

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Times diversos não são estética — mudam narrativas, mecânicas e públicos. A presença de Raissa pode alterar quais histórias viram jogos e quem se representa neles. Também revela a diáspora brasileira como fonte rica de perspectivas criativas.

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Reflexão final: a trajetória de Raissa mostra que diversidade é inovação e justiça laboral. Se a indústria quer crescer de verdade, precisa abrir espaços, financiar talentos diversos e proteger quem cria. Fiquem de olho na Universa — pode ser o começo de algo maior.

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