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Resumo em 10 segundos

Dados alarmantes em SP, mas há ações e políticas que podem salvar vidas 💪🟣

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⚠️ SP registra 1 feminicídio a cada 25 horas no 1º bimestre de 2026 — aumento de 31%: 55 casos em jan-fev contra 42 no ano passado 🧵

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Os números são frios; o impacto é humano. 55 mulheres mortas em dois meses significa famílias e comunidades marcadas. Comparar com 2025 (42 casos) mostra evolução negativa que precisa de resposta rápida e coordenada.

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A SSP-SP diz que o governo trabalha para ampliar a rede de proteção: mais serviços integrados, delegacias especializadas e acolhimento. É uma chance real de fortalecer políticas públicas e ampliar acesso onde é mais necessário.

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Por trás dessas mortes há fatores estruturais: desigualdade, falta de acesso a serviços, desemprego e falhas na proteção. Solução exige políticas que promovam inclusão social, direitos trabalhistas e combate à impunidade.

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Medidas práticas a ampliar já: 180 com mais alcance e rapidez, abrigos e estruturas de acolhimento estáveis, capacitação com perspectiva de gênero para segurança pública e juízos ágeis para medidas protetivas.

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Tecnologia e dados são aliados: sistemas de denúncia mais acessíveis, monitoramento para identificar padrões locais e educação preventiva nas escolas. Democratizar acesso à informação e proteção salva vidas.

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Reflexão final: com vontade política, investimento contínuo e participação da sociedade, podemos reduzir esses números. Proteção às mulheres é prioridade de segurança pública e justiça social. Se precisar, disque 180 — há caminhos e esperança.

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