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Family offices globais, incluindo os Moreira Salles, reforçaram apostas na SpaceX após o IPO. Quem ganha quando o espaço vira ativo de bilionários? 🚀

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A SpaceX recebeu ao menos US$ 3,8 bilhões de family offices globais — e os Moreira Salles teriam aportado mais de US$ 100 milhões. 🚀🧵 Quando o espaço vira investimento de elite, quem define as prioridades da próxima fronteira?

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Segundo documentos regulatórios compilados pela Bloomberg, o maior investimento citado é o da Tao Capital, ligada a Nick Pritzker, herdeiro do Hyatt: US$ 1,8 bilhão no fim de junho. O que esse volume revela sobre a confiança — ou a euforia — em torno da empresa?

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Os Moreira Salles, sócios do Itaú Unibanco e principais acionistas da CBMM, aparecem entre os investidores. Também têm exposição à Tesla. Até que ponto a conexão entre grandes fortunas, bancos, mineração e tecnologia amplia a concentração de poder econômico?

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A BlueCrest Capital, de Michael Platt, tinha mais de US$ 100 milhões em ações. Uma empresa ligada ao governante de Abu Dhabi revelou quase US$ 65 milhões. Capital privado global está financiando inovação — mas com qual nível de transparência e influência?

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A abertura de capital da SpaceX, em 12 de junho, levantou US$ 75 bilhões e teve demanda mais de quatro vezes maior que as ações disponíveis. Se tanta gente quis entrar e poucos puderam comprar, o mercado está democratizando acesso ou reforçando privilégios?

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Nos primeiros meses de negociação, a companhia chegou a US$ 1 trilhão em valor de mercado, segundo a reportagem. É a maior estreia da história, acima dos US$ 29,4 bilhões da Saudi Aramco. Valor de mercado mede inovação real ou expectativa financeira?

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Satélites, internet e exploração espacial podem gerar benefícios públicos enormes. Mas, se infraestrutura orbital estratégica fica cada vez mais nas mãos de poucos grupos privados, quais regras garantem concorrência, acesso e interesse coletivo? Essa é a pergunta que vale bilhões.

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