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EUA, Europa e outros países estão criando regras próprias para stablecoins. O problema? Sem coordenação, pagar além da fronteira pode continuar caro e enrolado. 🌍💸

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Stablecoins podem deixar pagamentos internacionais mais rápidos e baratos — mas as regras pelo mundo estão virando um quebra-cabeça 🧩🌍 O G20 tem uma chance de organizar isso antes que cada país siga num rumo. 🧵

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Os ministros de Finanças e presidentes de Bancos Centrais do G20 se reúnem sob presidência dos EUA, que colocou finanças digitais no centro da agenda. A ideia é fortalecer ativos digitais e melhorar transferências entre países.

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Na prática, a regulação correu mais que a cooperação internacional. Os EUA têm o GENIUS Act, a União Europeia tem o MiCA, e vários países criam suas próprias regras. Só que elas nem sempre conversam entre si.

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Isso importa porque uma stablecoin regulada em um país pode enfrentar outra licença, exigência de reservas locais e novas fiscalizações em outro. Resultado: mais custo, burocracia e menos competição para operar globalmente.

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O GENIUS Act abre uma porta: emissores estrangeiros podem atuar nos EUA se o Tesouro considerar as regras do país de origem equivalentes às americanas. Já o MiCA exige que o emissor esteja estabelecido e regulado localmente.

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O debate não é “regular ou liberar geral”. Regras claras protegem usuários, ajudam a prevenir fraudes e reduzem riscos financeiros. Mas regras incompatíveis também podem concentrar o mercado nas gigantes que conseguem bancar estruturas em cada país.

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Para o G20, três pontos parecem decisivos: reconhecer regulações equivalentes, criar regras comuns de uso e garantir que o valor dessas moedas digitais funcione de forma parecida entre jurisdições.

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Antes da cúpula de Miami, em dezembro, o desafio é sair das promessas amplas. Se houver coordenação de verdade, stablecoins podem facilitar remessas e comércio global — sem transformar inovação financeira em privilégio de poucos.

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