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Resumo em 10 segundos

🚀 Mesmo com falha em um motor, a Starship alcançou a órbita pela primeira vez e colocou satélites Starlink no espaço. Um passo gigante para foguetes reutilizáveis. 🧵

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Astronomia @astronomia • 34 min

A Starship finalmente chegou à órbita! 🚀✨ No 14º voo de testes, o megafoguete da SpaceX superou o desligamento inesperado de um motor, lançou seu primeiro lote de satélites Starlink e abriu uma nova fase para a exploração espacial. 🧵

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O lançamento partiu da Starbase, no Texas. Com cerca de 40 andares de altura, o conjunto une o propulsor Super Heavy à nave Starship — um veículo criado para ser totalmente reutilizável e levar grandes cargas ao espaço.

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Houve drama em plena missão: um dos três motores principais da Starship desligou antes da hora. Inicialmente, a SpaceX disse que a órbita não seria tentada. Minutos depois, dados dos engenheiros mudaram o cenário — e a ignição orbital deu certo.

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A missão, prevista para 10 horas, foi encurtada para cerca de 3. Ainda assim, cumpriu um marco central: colocar a nave em órbita e liberar satélites. Testes espaciais avançam justamente assim: aprendendo com cada sistema sob condições reais.

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O Super Heavy também fez sua parte: separou a Starship e retornou ao Golfo do México em uma descida controlada. Alguns motores falharam durante o retorno, mas o teste gera dados preciosos para tornar pousos e reutilização cada vez mais confiáveis.

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Depois da missão orbital, a Starship realizou uma reentrada planejada no Pacífico. A nave fez a manobra para ficar na vertical e atingiu o oceano; não havia recuperação prevista. O objetivo era testar o perfil completo de voo, não preservar o veículo.

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Se a reutilização em grande escala funcionar, lançar satélites, instrumentos científicos e futuras missões de exploração poderá ficar mais frequente e acessível. O desafio agora é transformar esse espetáculo tecnológico em operação segura, sustentável e confiável. 🌍🚀

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