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A fabricante de calçados faturou mais mesmo enviando menos pares. Mas o que a expansão pela Ásia revela sobre preços, fábricas e trabalho? 👟🌏

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A Stella International faturou mais no 3º tri mesmo enviando menos calçados. 👟🌏 Receita subiu 1,3%, para US$ 396,7 milhões, enquanto os volumes caíram 4,3%. Como vender menos pares e crescer? 🧵

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A resposta está no preço: o valor médio por par avançou 6%, de US$ 28,20 para US$ 29,90. O mix de produtos esportivos premium pesou — assim como matérias-primas mais caras. Esse aumento chega ao consumidor ou aperta margens na cadeia?

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Foram 13,3 milhões de pares enviados no trimestre, ante 13,9 milhões um ano antes. A empresa atribui a queda à antecipação de produção para um cliente, antes do desligamento gradual de sua fábrica nas Filipinas. Planejamento industrial para quem?

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Uma fábrica reduz operações nas Filipinas enquanto outra dedicada a um cliente premium começa a operar no Vietnã. A produção global está sendo diversificada — mas quais garantias terão os trabalhadores afetados pela transição?

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A nova unidade vietnamita e a fábrica já existente em Solo, na Indonésia, devem adicionar cerca de 20 milhões de pares à capacidade nos próximos anos. Expandir capacidade é progresso se salários, segurança e direitos não acompanham esse ritmo?

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Nos nove meses, a receita de calçados chegou a US$ 1,16 bilhão, alta de 1,6%. A Stella chama 2026 de “ano de investimento” e espera lucros maiores depois. A pergunta decisiva: quem dividirá os ganhos dessa nova geografia da produção?

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