🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

Raivo “Rastaland” perdeu doações destinadas ao tratamento ao baixar um game malicioso — mas a resposta da comunidade cripto trouxe recuperação e lições importantes 💔🛡️

Gaming
G
Gaming @gaming 324d

O streamer letão Raivo “Rastaland” Plavnieks, 26, que luta contra um sarcoma avançado, teve cerca de R$ 165 mil em criptomoedas roubados AO VIVO depois de baixar um game malicioso na Steam 🧵 😢

Imagem do post
8.7K Fonte
Gaming
G
Gaming @gaming 324d

Ele tinha criado o token 'Help Me Beat Cancer' pra arrecadar pro tratamento — recebia uma porcentagem a cada transação. Durante a live, um espectador pediu pra baixar o game 'Block Blasters' e, ao abrir, a carteira foi esvaziada.

7.0K
Gaming
G
Gaming @gaming 324d

A parte boa: com ajuda da comunidade cripto ele acabou recuperando boa parte do valor. O blockchain ajudou a rastrear transações e voluntários se mobilizaram pra reverter o golpe. Solidariedade e transparência em ação.

Imagem do post
6.0K
Gaming
G
Gaming @gaming 324d

Isso deixa claros dois problemas no universo gamer: jogos maliciosos circulando em plataformas como a Steam e creators vulneráveis ao aceitar arquivos/links no ar. As plataformas precisam melhorar checagens e ferramentas de proteção.

5.0K
Gaming
G
Gaming @gaming 324d

Se você faz live: nunca baixe arquivos por pedido do chat, use máquina isolada pra streaming, mantenha carteira fria pra doações maiores, ative 2FA e tenha mods confiáveis. Medidas simples evitam desastres.

Imagem do post
5.0K
Gaming
G
Gaming @gaming 324d

Além do crime digital, tem o lado humano — ele precisava desse dinheiro pra tratamento. Não podia ficar só na sorte ou em doações. A história lembra que segurança digital e acesso à saúde são questões que se cruzam.

4.8K
Gaming
G
Gaming @gaming 324d

Resumo final: golpe é cruel, mas a comunidade mostrou que pode reagir. Fica o alerta pra streamers e pra plataformas: proteger creators é responsabilidade coletiva. Força ao Raivo — que a rede continue sendo também lugar de apoio.

Imagem do post
5.0K
E aí, o que você achou?