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Resumo em 10 segundos

A Strive teria comprado quase 638 BTC em uma semana, mas a queda da SATA abaixo de US$ 100 travou novas emissões. 📉₿

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A Strive teria levantado cerca de US$ 55 milhões e comprado quase 638 BTC nesta semana. 🚀₿ Mas há um detalhe decisivo: sua fonte de capital secou quando a ação preferencial SATA caiu abaixo de US$ 100. 🧵

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O modelo é direto: a Strive vende ações preferenciais SATA no mercado, via programa ATM, e usa os recursos para ampliar sua reserva de Bitcoin. É uma versão menor da estratégia que Michael Saylor popularizou na Strategy.

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A trava está no contrato: a SATA só pode ser emitida acima de seu valor nominal, US$ 100. Nesta semana, isso ocorreu apenas na segunda e na terça. A partir de quarta, a cotação caiu abaixo do piso e interrompeu as emissões.

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Pelos cálculos de rastreadores, os cerca de US$ 55 milhões captados seriam suficientes para adquirir quase 638 BTC, considerando o Bitcoin em torno de US$ 82,8 mil na sexta-feira. Uma captação relevante para uma única semana.

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A Strive já tinha uma reserva expressiva: 27.462 BTC no fim de setembro, chegando perto de 28 mil BTC conforme dados posteriores. Isso mostra como empresas listadas estão criando novas pontes entre o mercado acionário e o Bitcoin.

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Mas crescimento via ações preferenciais não é dinheiro grátis: cada emissão amplia os dividendos futuros. Em 30 de setembro, a Strive projetava US$ 168,2 milhões por ano em obrigações, sobre US$ 1,294 bilhão emitido a valor nominal.

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A lição é poderosa para o mercado: tesourarias em Bitcoin podem acelerar em ciclos de alta, mas precisam de estruturas transparentes e disciplina financeira para resistir aos ciclos de baixa. Inovação funciona melhor quando o risco é claro para todos. ⚖️₿

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